
Eu falo como se não me importasse, mas na verdade eu me importo um pouco mais do que deveria.


“Eu já tentei falar algo sobre mim, que fosse além do meu nome ou idade. Que pudesse me descrever por inteira, mas nem uma palavra amiga ou somente uma palavra daquele dicionário gigante poderia me descrever tão bem. Eu sou um enigma, ninguém consegue procurar saber sobre mim. E ninguém nunca sabe o que eu estou sentindo. Talvez seja esse meu jeito que gosta de esconder as coisas, guarda-las em meus pensamentos. Para que não fujam, e se espalhem por ai sem rumo. Sou aquele quebra-cabeças de 500 peças, que um dia você pensou em montar. Mas não conseguiu achar nem a segunda peça para a primeira. Porque elas estavam tão espalhadas pelos sentimentos, e que os mesmo, eram muito confusos. Em relação a mim, porquê nunca tive esse problema com o amor. Gosto de ficar sozinha nos dias frios, para poder fazer o que eu quiser. Gosto da liberdade de experimentar as coisas, e conhecer novas. Eu gosto do que me deixa feliz, e do que me anima. Tudo o que é triste demais, me deixa também. E eu percebi, que tudo o que me faz mal tem que viver longe de mim. E eu vou descobrindo, aos poucos como sou. Mas não por inteira. Porquê sempre tem uma novidade, um sentimento novo, até um nome novo. Que possa talvez, mudar para aquela confusões e confusões de ‘eu’. Aquela dose de mim, que ninguém nunca vai querer experimentar. Por simplesmente, ser difícil de chegar perto.” (rhythϟm)